Nos últimos anos, o carnaval brasileiro tem sido muito mais do que apenas uma festa popular. Além de ser um grande evento cultural, ele também é uma vitrine para os famosos e influenciadores digitais, que aproveitam a ocasião para mostrar sua criatividade e glamour.
No entanto, juntamente com a exposição e o sucesso vêm as críticas, especialmente daqueles que são apaixonados por uma determinada agremiação carnavalesca. E nesse cenário, duas personalidades se destacam quando se trata de lidar com as opiniões negativas dos torcedores: Gkay e Lore Improta.
Gessica Kayane, mais conhecida como Gkay, é uma humorista e influenciadora digital de 28 anos. A paraibana ficou conhecida pelo seu humor ácido e pelas imitações de celebridades, mas foi no carnaval que ela conquistou ainda mais visibilidade ao desfilar como musa da escola de samba Mangueira, no Rio de Janeiro.
Já Lore Improta é uma bailarina e também influenciadora digital de 26 anos, que ganhou fama ao participar de programas de TV e coreografar para grandes artistas do país. Além disso, ela é apaixonada pelo carnaval e, desde 2015, é rainha de bateria da escola de samba baiana Viradouro.
Apesar de ambas terem trajetórias diferentes e conquistarem o sucesso em áreas distintas, elas têm algo em comum: são alvos constantes de críticas dos torcedores das agremiações por onde desfilam.
É comum ver comentários negativos nas redes sociais de Gkay e Lore Improta durante o período de carnaval. Alguns internautas alegam que elas não têm relação com as escolas de samba que representam e que não merecem o posto que ocupam. Outros afirmam que há pessoas mais qualificadas e apaixonadas pelo samba que deveriam estar no lugar delas.
Mas como essas duas jovens lidam com as críticas e conseguem manter a positividade em meio a tanta pressão e julgamento?
Em uma entrevista, Gkay afirmou que aprendeu a não se importar com as opiniões negativas. Ela entende que seu papel como musa é atrair atenção para a escola e cumprir suas responsabilidades no desfile. A influenciadora também aproveita a visibilidade do carnaval para conscientizar seus seguidores sobre a importância da cultura e tradição do samba.
Já Lore Improta, que é apontada como uma das rainhas de bateria mais bonitas e carismáticas do país, acredita que as críticas são naturais em uma competição como o carnaval. No entanto, ela prefere focar em seu trabalho e mostrar alegria e amor pelo samba durante os desfiles.
Além disso, as duas têm em comum a gratidão e o respeito pelas agremiações que representam. Gkay e Lore Improta entendem que as escolas de samba são instituições que representam a cultura brasileira e, por isso, merecem respeito e reconhecimento.
É importante ressaltar que, apesar das críticas, ambas receberam convites para desfilar em escolas de samba tradicionais e têm o apoio e reconhecimento de integrantes e líderes das respectivas agremiações.
É preciso lembrar que cada escola tem suas particularidades e motivos para escolher suas musas e rainhas de bateria, e cabe a elas respeitar e honrar essas decisões.
Gkay e Lore Improta são exemplos de como é possível lidar com as críticas de forma positiva e construtiva. Elas mostram que é possível seguir em frente e conquistar o sucesso mesmo em meio a tantos julgamentos e opiniões negativas



