Mariana Leitão é uma empresária e consultora de recursos humanos que tem se destacado por sua defesa da meritocracia no ambiente de trabalho. Em uma recente entrevista, ela afirmou que “em qualquer setor que não seja o setor público, as pessoas são avaliadas pelo trabalho que desempenham e que, em caso de mostrarem bons resultados, são promovidas ou, em caso contrário, são dispensadas”. Essa visão de Mariana tem gerado discussões e reflexões sobre a importância da avaliação de desempenho e da meritocracia nas empresas.
A meritocracia é um sistema que preza pelo reconhecimento e promoção dos colaboradores com base em seus méritos e resultados alcançados. Ou seja, aqueles que se destacam e apresentam bons resultados são recompensados, enquanto aqueles que não atingem as expectativas podem ser direcionados para outras funções ou até mesmo desligados da empresa. Esse sistema é amplamente utilizado no setor privado e tem como objetivo incentivar a produtividade e o desenvolvimento profissional dos colaboradores.
No entanto, Mariana Leitão ressalta que, no setor público, a situação é diferente. Muitas vezes, os funcionários são avaliados apenas pelo tempo de serviço e não pelos resultados que entregam. Isso pode gerar um ambiente de acomodação e desmotivação, já que não há incentivos para que os colaboradores se esforcem e se destaquem em suas funções. Além disso, a falta de avaliação de desempenho pode resultar em uma gestão ineficiente e na permanência de profissionais que não estão desempenhando suas funções de forma adequada.
Para Mariana, a meritocracia é essencial para o crescimento e sucesso de qualquer empresa. Ela defende que, ao avaliar os colaboradores de forma justa e transparente, é possível identificar talentos e potencializar o desenvolvimento de cada um. Além disso, a meritocracia também é uma forma de reconhecer e valorizar o esforço e dedicação dos profissionais, o que contribui para um clima organizacional mais positivo e motivador.
No entanto, é importante ressaltar que a meritocracia deve ser aplicada de forma justa e imparcial. Não se trata apenas de premiar os melhores resultados, mas também de oferecer oportunidades de crescimento e desenvolvimento para todos os colaboradores. É preciso levar em consideração as habilidades e competências de cada um, e não apenas os resultados numéricos.
Outro ponto importante abordado por Mariana Leitão é a importância da avaliação de desempenho contínua. Não basta avaliar os colaboradores apenas uma vez por ano, é preciso que haja um acompanhamento constante e feedbacks para que eles possam melhorar e se desenvolver. Além disso, a avaliação de desempenho deve ser baseada em critérios claros e objetivos, evitando qualquer tipo de subjetividade ou favoritismo.
É preciso destacar que a meritocracia não é um sistema perfeito e pode gerar algumas polêmicas. Por exemplo, há quem questione se é justo avaliar os colaboradores apenas pelos resultados, sem levar em consideração outros fatores externos que possam influenciar no desempenho. Além disso, é importante que as empresas ofereçam condições e recursos para que os colaboradores possam desempenhar suas funções da melhor forma possível, evitando que a meritocracia se torne um sistema injusto.
No entanto, é inegável que a meritocracia é um importante instrumento para a gestão de pessoas e para o crescimento das empresas. Ao incentivar a produtividade e o desenvolvimento dos colaboradores, ela contribui para a melhoria dos resultados e para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e motivador.
Em resumo, Mariana Leitão defende que a



