A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, tem sido uma das principais vozes na luta pela preservação do meio ambiente e pela conscientização sobre a importância da conservação da natureza. Em uma recente declaração, a ministra apontou o Fundo Florestas Tropicais e o mecanismo REDD+ como as principais fontes para arrecadar US$ 9 bilhões anuais para o combate ao desmatamento. Além disso, ela alertou para o subfinanciamento da conservação oceânica na agenda climática global.
O Fundo Florestas Tropicais é uma iniciativa que tem como objetivo apoiar projetos de conservação e uso sustentável das florestas tropicais em países em desenvolvimento. Já o mecanismo REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) é um acordo internacional que visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal.
Segundo Marina Silva, essas duas fontes de financiamento podem ser responsáveis por bancar cerca de 60% do combate ao desmatamento até 2030. Isso seria um grande avanço na luta contra a degradação ambiental e suas consequências, como as mudanças climáticas.
No entanto, a ministra também chamou a atenção para o fato de que a conservação oceânica ainda é subfinanciada na agenda climática global. Isso significa que os recursos destinados à proteção dos oceanos ainda são insuficientes para enfrentar os desafios que a degradação marinha apresenta.
De acordo com Marina Silva, é preciso que haja uma maior mobilização e comprometimento dos países e organizações internacionais para aumentar os investimentos na conservação oceânica. Afinal, os oceanos são fundamentais para a manutenção da vida no planeta e desempenham um papel crucial na regulação do clima.
Além disso, a ministra ressaltou que a conservação oceânica também é importante para a economia, uma vez que os recursos marinhos são fonte de subsistência para milhões de pessoas em todo o mundo. Portanto, investir na proteção dos oceanos é uma forma de garantir a sustentabilidade ambiental e econômica.
É preciso lembrar que a degradação dos oceanos é uma realidade preocupante. Estima-se que, a cada ano, cerca de 8 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos, causando danos irreparáveis à vida marinha e aos ecossistemas. Além disso, a pesca predatória e a poluição também são grandes ameaças à saúde dos oceanos.
Diante desse cenário, é urgente que haja um maior investimento na conservação oceânica. E a ministra Marina Silva tem sido uma das principais defensoras dessa causa, buscando sensibilizar e mobilizar a sociedade e os governos para a importância de preservar os oceanos.
É importante ressaltar que, além do Fundo Florestas Tropicais e do mecanismo REDD+, existem outras iniciativas que podem contribuir para o financiamento da conservação oceânica, como o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e o Fundo Azul. No entanto, é necessário que haja uma maior coordenação e integração entre esses fundos para que os recursos sejam utilizados de forma eficiente e estratégica.
Em um momento em que a crise climática se torna cada vez mais evidente e urgente, é fundamental que haja uma ação conjunta e efetiva para proteger o meio ambiente. E a ministra Marina Silva tem sido uma liderança inspiradora nessa luta, apontando caminhos e alertando para os desafios que ainda precisam ser enfrent



