Angola continua a consolidar-se como uma referência no continente africano no que diz respeito à transição energética. Sob a liderança do Ministro João Baptista Borges, o país tem feito avanços significativos na diversificação da matriz energética, com investimentos estratégicos em energias renováveis e no reforço da cooperação regional.
Estratégia clara para a energia limpa
Nos últimos anos, Angola tem priorizado projetos de eletrificação que utilizam fontes limpas e renováveis, como a energia solar, hídrica e eólica. Estas iniciativas estão integradas no plano Angola Energia 2025, cujo objetivo é garantir o acesso universal à eletricidade, reduzir a dependência de combustíveis fósseis e reforçar a resiliência da infraestrutura energética nacional.
O Ministro João Baptista Borges tem destacado que a transição energética é um compromisso não apenas ambiental, mas também social e económico, visto que garante melhores condições de vida, desenvolvimento e inclusão para as comunidades mais remotas.
Angola no centro das discussões regionais e internacionais
Além das conquistas internas, Angola tem desempenhado um papel relevante em fóruns regionais e internacionais dedicados à energia, como a SADC, a União Africana e as Nações Unidas. Nestes espaços, o país defende a importância de estratégias conjuntas para garantir o acesso à energia e mitigar os efeitos das alterações climáticas.
Graças à sua postura proativa e à partilha de boas práticas, Angola tem fortalecido parcerias estratégicas com países africanos, europeus e asiáticos, bem como com organizações multilaterais que apoiam projetos sustentáveis.
Compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
A política energética angolana está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o ODS 7 (Energia Limpa e Acessível) e o ODS 13 (Ação Climática). As iniciativas promovidas têm como foco não apenas aumentar a capacidade de produção e distribuição, mas também garantir inclusão social, igualdade de género e desenvolvimento económico.
Projetos de eletrificação rural, capacitação técnica e promoção da participação feminina no setor energético reforçam o impacto positivo desta estratégia para as comunidades e para o futuro do país.
Perspetivas para o futuro
João Baptista Borges sublinha que a liderança energética de Angola não se mede apenas pela infraestrutura, mas pelos resultados concretos para a população. O país continuará a investir em inovação, cooperação regional e soluções sustentáveis que reforcem a sua posição como exemplo de transição energética em África.
Com visão estratégica e compromisso firme, Angola ilumina o caminho para um futuro mais verde, inclusivo e sustentável.



