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Datafolha: Lula lidera com 41% e Flávio tem 31%

Datafolha: Lula lidera com 41% e Flávio tem 31%
Fonte: g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/pesquisa-eleitoral/noticia/2026/06/20/datafolha-lula-tem-41percent-e-flavio-bolsonaro-31percent-das-intencoes-de-voto-no-1o-turno.ghtml

Pesquisa Datafolha 2026: resultados do primeiro turno

A mais recente pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) pelo portal do jornal Folha de S.Paulo apresenta cenário eleitoral onde a pesquisa Datafolha 2026 confirma a liderança do presidente Lula (PT) com 41% das intenções de voto no primeiro turno, mantendo uma vantagem de dez pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 31%.

Em comparação com o levantamento anterior divulgado em 22 de maio, Lula apresentou ligeiro crescimento, passando de 40% para 41%, enquanto o senador bolsonarista permaneceu estável em 31%. Esse movimento reforça a trajetória do presidente no cenário de intenções de voto para a disputa presidencial.

Demais candidatos e distribuição de votos

Ocupando o terceiro lugar na pesquisa, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e o empresário Renan Santos (Missão) aparecem empatados com 3% cada um. Na sequência, encontram-se Aécio Neves (PSDB), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), todos com 2% de intenções de voto.

Samara Martins (UP) também pontua com 2%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) e Joaquim Barbosa (DC) obtêm 1% respectivamente. Rui Costa Pimenta (PCO) igualmente registra 1%, e candidatos como Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram na pesquisa.

A margem de votos em branco ou nulo alcança 7%, enquanto 4% dos entrevistados declararam não saber em quem votariam no primeiro turno.

Metodologia da pesquisa Datafolha

O estudo entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho, conforme informações prestadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento encontra-se registrado sob o número BR-09956/2026.

Cenário de segundo turno na pesquisa Datafolha

No hipotético cenário de segundo turno, a pesquisa Datafolha apresenta Lula com 47% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro. Este resultado permanece idêntico ao obtido no levantamento anterior realizado em 22 de maio, indicando estabilidade neste cenário potencial da eleição.

Rejeição dos candidatos em análise

Além de medir intenções de voto, a pesquisa Datafolha também avaliou os índices de rejeição aos pré-candidatos. Os dados revelam que Flávio Bolsonaro e Lula ocupam as primeiras posições em rejeição, em empate técnico.

Conforme o levantamento, 48% dos entrevistados afirmaram categoricamente que não votariam em Flávio Bolsonaro de forma alguma. Na sequência, 46% dos respondentes indicaram que jamais votariam no presidente Lula. Aécio Neves aparece em terceiro lugar no índice de rejeição, com 23%.

Índices completos de rejeição

Romeu Zema (Novo) registra 17% de rejeição, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) e Cabo Daciolo (Mobiliza) aparecem com 14% cada. Renan Santos (Missão) e Rui Costa Pimenta (PCO) obtêm 12%, Joaquim Barbosa (DC) marca 11%, e Samara Martins (UP) contabiliza 10% de rejeição.

Augusto Cury (Avante) aparece com 9%, Edmilson Costa (PCB) com 8% e Hertz Dias (PSTU) com 7% de rejeição. Na categoria especial, apenas 2% dos entrevistados afirmaram que votariam em qualquer candidato sem rejeitar nenhum, enquanto 1% rejeitou todos os nomes. Um percentual de 3% declarou não saber responder sobre rejeição.

Análise do cenário eleitoral atual

Os números da pesquisa Datafolha apontam para um quadro onde o presidente Lula mantém sua posição dominante nas intenções de voto do primeiro turno, apresentando uma margem confortável sobre seus concorrentes. A estabilidade observada em relação ao levantamento anterior sugere consolidação deste cenário político.

A configuração identificada pela pesquisa Datafolha também evidencia uma polarização nas rejeições, concentradas nos dois principais nomes do espectro político, o que pode influenciar o comportamento eleitoral nos próximos meses até a realização do pleito presidencial de 2026.

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