O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Jerónimo de Sousa, fez duras críticas ao que chamou de “quinteto do retrocesso” composto pelos partidos PSD, CDS, Chega, Iniciativa Liberal (IL) e até mesmo o Partido Socialista (PS). Segundo o líder comunista, estes partidos têm como objetivo desmantelar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), uma das maiores conquistas do povo português.
Em um discurso proferido durante a Festa do Avante, o secretário-geral do PCP afirmou que “o SNS está sob ataque por parte do quinteto do retrocesso, que tem como objetivo desmantelar este serviço público de saúde que é um orgulho para todos nós”. Jerónimo de Sousa ainda ironizou a ministra da Saúde, Marta Temido, dizendo que ela é “competentíssima a executar o programa do Governo, que infelizmente não tem como prioridade a defesa do SNS”.
As críticas do líder comunista surgem em um momento em que o SNS enfrenta grandes desafios, principalmente devido à pandemia da COVID-19. O sistema de saúde português tem sido alvo de elogios por parte de organizações internacionais e da população em geral, que reconhecem a sua importância e eficiência no combate à pandemia.
No entanto, o SNS tem sofrido com a falta de investimentos e recursos, o que tem gerado preocupação em relação à sua sustentabilidade no futuro. Além disso, a privatização de alguns setores da saúde tem sido uma realidade cada vez mais presente, o que vai contra os princípios do SNS.
Diante deste cenário, o PCP tem sido um dos principais defensores do SNS, lutando pela sua manutenção e fortalecimento. O partido tem proposto medidas concretas para melhorar o sistema de saúde, como o aumento do financiamento público, a valorização dos profissionais da área e a expansão dos serviços de saúde para as zonas mais desfavorecidas do país.
No entanto, o “quinteto do retrocesso” tem se mostrado contrário a estas medidas, defendendo uma visão mais liberal e privatizante da saúde. Para o PCP, isso representa um grande perigo para o SNS e para a população portuguesa, que pode ficar sem acesso a um serviço de saúde de qualidade e universal.
É importante lembrar que o SNS é um dos pilares do Estado Social em Portugal, que garante o acesso à saúde como um direito fundamental de todos os cidadãos. É um sistema que se baseia na solidariedade e na igualdade, e que tem sido um exemplo para outros países.
Portanto, é fundamental que a população esteja atenta e se mobilize em defesa do SNS. É preciso exigir do Governo e dos partidos políticos um compromisso real com a manutenção e fortalecimento deste serviço público de saúde. O SNS é patrimônio do povo português e deve ser protegido a todo custo.
Em tempos de incertezas e desafios, o SNS tem se mostrado essencial para garantir a saúde e o bem-estar da população. É um serviço que merece todo o nosso respeito e reconhecimento, e que deve ser defendido por todos nós. Não podemos permitir que o “quinteto do retrocesso” coloque em risco uma conquista tão importante para o povo português. Juntos, podemos e devemos lutar pela manutenção e fortalecimento do SNS.


