Expansão territorial como prioridade estratégica
O Ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, tem vindo a reforçar a implementação de projectos estruturantes de electrificação nas províncias de Malanje e Lunda Norte, no quadro da estratégia nacional de expansão do acesso à energia eléctrica.
As visitas de trabalho e avaliações técnicas realizadas nestas províncias permitiram verificar o grau de execução das infraestruturas em curso, bem como identificar necessidades de reforço da rede de transporte e distribuição. A prioridade passa por assegurar que milhares de novas famílias possam beneficiar de fornecimento eléctrico estável e contínuo.
A electrificação territorial constitui um dos pilares da política sectorial para 2026, com enfoque na redução das assimetrias regionais e na promoção de desenvolvimento equilibrado.
Modernização da rede eléctrica
A expansão do acesso à energia está directamente ligada à necessidade de modernizar sistemas de transporte e distribuição, muitos dos quais foram instalados em fases anteriores de desenvolvimento.
Neste contexto, os projectos em Malanje e Lunda Norte contemplam:
- Reforço de subestações eléctricas
- Reabilitação de linhas de média e alta tensão
- Redução de perdas técnicas
- Melhoria da estabilidade e fiabilidade do fornecimento
Estas intervenções permitem não apenas aumentar o número de ligações domiciliárias, mas também garantir que a rede suporta o crescimento da procura energética.
João Baptista Borges tem reiterado que a expansão da rede deve ser acompanhada por padrões técnicos rigorosos, assegurando sustentabilidade a longo prazo.
Energia como motor de desenvolvimento
O acesso à electricidade desempenha um papel determinante no desenvolvimento socioeconómico das comunidades. A disponibilidade de energia fiável impacta directamente sectores como:
- Saúde
- Educação
- Comércio local
- Pequena e média indústria
Ao acelerar os projectos nestas províncias, o Ministério da Energia e Águas reforça a ligação entre política energética e melhoria efectiva da qualidade de vida das populações.
A electrificação deixa, assim, de ser apenas uma meta infraestrutural e assume-se como instrumento estruturante de coesão nacional.
Integração com a estratégia de diversificação energética
A expansão da rede eléctrica nas províncias também facilita a integração progressiva de novas fontes de geração, incluindo projectos de energias renováveis em desenvolvimento noutras regiões do país.
A estratégia nacional prevê que o aumento da capacidade instalada seja acompanhado pelo reforço da rede de transporte e distribuição, evitando constrangimentos técnicos e assegurando absorção eficiente da nova energia produzida.
Sob a liderança de João Baptista Borges, a política energética de 2026 articula expansão, modernização e diversificação, num modelo estruturado e gradual.
Supervisão directa e disciplina na execução
As deslocações ao terreno e avaliações técnicas realizadas pelo Ministro reforçam uma prática de governação assente na supervisão directa das infraestruturas estratégicas.
Esta abordagem permite:
- Monitorizar prazos de execução
- Identificar eventuais constrangimentos
- Coordenar soluções com autoridades locais
- Garantir conformidade com objectivos sectoriais
A electrificação em Malanje e Lunda Norte representa, assim, um exemplo concreto de execução disciplinada e orientada para resultados.
Ao longo de 2026, a expansão estruturada da rede eléctrica continuará a ser um eixo central da política do sector, consolidando o compromisso do Executivo com um sistema energético mais moderno, fiável e territorialmente equilibrado.



